Investir nas tecnologias agrícolas para garantir o alimento
Maíra Moreira
Colaboradora
Valéria Flores
Editora
Há mais de doze mil anos o homem pratica as técnicas agrícolas, em busca de uma produção de alimentos suficiente, com qualidade, mais próximos e acessíveis. No entanto, a agricultura se tornou uma das atividades mais impactantes para o meio ambiente, principalmente pelo volume do desmatamento, o uso inadequado dos solos e de substâncias agrotóxicas nas plantações. No Brasil é considerado um dos setores econômicos mais estratégicos do país, gerando 40% do PIB nacional e influenciando na exportação de alimentos. Considerado um dos principais produtores agrícolas do mundo, o país é líder mundial de exportação, principalmente de alimentos transgênicos. Preocupada com a preservação do meio ambiente para garantir a qualidade de vida no planeta, a ciência, através de estudos da engenharia genética dos seres vivos, desenvolveu a biotecnologia, que possibilita a criação de novos organismos e células geneticamente modificadas, com o fim de inserir nos seres vivos genes de interesses, gerando características específicas. O objetivo é ampliar as produções de materiais e substâncias com mais qualidade e a um custo menor, para usos industriais, medicinais, farmacêuticos e agrícolas, entre outros. De acordo com dados (2001), da Fundação de Biotecnologia de Minas Gerais (Biominas), o Brasil registra o índice de 2% da produção científica mundial, e integra, atualmente, a base produtiva de diversos setores da economia, com um mercado que atinge aproximadamente 3% do PIB nacional. Estima-se que, em 2000, a bio-indústria no país, faturou um valor entre R$ 5,4 e R$ 9 bilhões (US$ 2,3 a US$ 3,9 bilhões) e gerou quase 30.000 postos de trabalho. Hoje vários países têm plantações de alimentos geneticamente modificados. A América Latina registra uma produção de 83% dos alimentos transgênicos, no mundo.
Garantir uma maior produção de alimentos, com um custo menor Na busca em equacionar essa matemática econômica, a biotecnologia defende e implementa técnicas de utilização do solo, de forma mais eficiente, evitando erosões e protegendo o meio ambiente. De acordo com Alda Lerayer, diretora-executiva do Conselho de Informações sobre a Biotecnologia (CIB), existem muitas técnicas de conservação do solo. “São utilizados menos produtos químicos nas lavouras; menos água para irrigar, pois a genética implantada não necessita de tanta irrigação como antes; menos diesel, pois se usa menos o trator nas plantações. Esse processo causa menos danos ambientais e um ganho ambiental de 30% na agricultura, nos últimos anos.
Lerayer ressalta que, a biotecnologia proporciona uma modificação muito rápida na planta, pois o cientista altera diretamente a genética necessária para melhorar sua produção e do alimento. “Isso proporciona uma produtividade em tempo menor, possibilitando uma quantidade maior de alimentos para atender à demanda mundial. A população do mundo está crescendo rapidamente, e é através da importação dos alimentos transgênicos, que pessoas de vários países se alimentam”, informa a diretora.
Em tempos onde a natureza está cada vez mais frágil e defasada, inúmeras iniciativas, nas esferas governamentais, empresariais e da sociedade civil organizada, surgem em busca da preservação ao meio ambiente. Nesse contexto, a Monsanto é um exemplo empresarial. Pioneira no investimento de tecnologias agrícolas, a empresa tem diversos projetos sócio-ambientais voltados às comunidades, realizando ações ambientais, educacionais, culturais e de entretenimento, sob o lema: alimentos em abundância em um meio ambiente mais saudável. Por suas ações e projetos sociais e ambientais a empresa está sempre presente em publicações sobre as melhores empresas para trabalhar e, em 2005, recebeu dos institutos Akatu pelo Consumo Consciente e Ethos, o índice mais alto de avaliação do grau de responsabilidade social de empresas e organizações.
Mais de R$9,4 milhões pela Lei Rouanet
Neste ano de 2009 muitos projetos estão sendo realizados pela Monsanto no país, viabilizando mais de R$9,4 milhões para as iniciativas beneficiadas pela Lei Rouanet, mais conhecida como Lei de Incentivo à Cultura. Para Cristina Rappa, gerente de Comunicações e Responsabilidade Social da Monsanto, todo esse investimento é necessário e contribui para o desenvolvimento sustentável do Brasil, para a humanização da empresa e a melhoria do ambiente de trabalho.
Na área cultural, o projeto CineMonsanto é um exemplo desse investimento. Em Minas Gerais, várias cidades estão recebendo desde maio último, o projeto, que leva diversão e cultura às comunidades. As apresentações acontecem nos finais de semana, das 14 às 20hs nos sábados e, das 14 às 18hs, aos domingos. Entre os filmes escolhidos estão produções nacionais e grandes sucessos de bilheteria, como O Menino Maluquinho, Lisbela e o Prisioneiro, O Casamento de Romeu e Julieta, e muitos outros. O evento é gratuito e a censura é livre. Todos os filmes apresentados são dublados para que todos possam aproveitar as sessões.
Disponível em http://www.hojeemdia.com.br/v2/index.php?sessao=8&ver=1¬icia=283
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