“Todos os homens são, por natureza, igualmente livres e independentes e têm direitos inerentes, dos quais, ao entrar num estado de sociedade, não podem, por nenhum contrato, privar ou despojar sua posterioridade a saber, o gozo da vida e da liberdade, os meios de adquirir e possuir propriedade, e a busca da felicidade e segurança.” (Seção 1 da Declaração de Direitos da Virgínia de 12 de junho de 1776 – Independência Americana.
Há séculos os direitos iguais são discutidos em sociedades e épocas diferentes de todo o mundo. A defesa pelos direitos iguais das pessoas, independente de sua classe social, raça, cultura e etc., já fazem parte da história, principalmente dos considerados minorias que lutam por igualdade. Hoje século XXI e essa história ainda continua sem fim. As pessoas lutam pelos direitos iguais e liberdade, em uma época que o homem chega ao auge das descobertas tecnologias.
A questão de direitos humanos, assim como diz o autor do livro “O que são direitos humanos?” João Ricardo Dornelles, está inserida no nosso cotidiano, faz parte da vida de todo indivíduo em qualquer sociedade.
A comunicação é uma área que constantemente passa por repressões em busca de sua liberdade. São anos de história que narram acontecimentos marcantes para a conquista dos direitos que esta área tem atualmente, como na época da ditadura militar em que a imprensa não tinha espaço para falar abertamente o que queria. Jornalistas e publicitários foram presos e torturados por falarem mais do que deviam. O discurso da liberdade de imprensa é anterior ao trabalho da Hutchins Comminsion, de 1947, que foi publicado nos Estados Unidos em busca de uma imprensa livre e responsável. Assim como a publicidade enfrenta censuras, como em propagandas de cigarro e bebidas alcoólicas. Essas censuras geralmente vêm do próprio governo, acredito que em busca de proteger a própria imagem e privacidade.
O problema maior é que a liberdade requer certa responsabilidade. Porém, os profissionais muitas vezes esquecem isso e faltam com a ética e o respeito para com o indivíduo e os direitos que ele tem. Assim como a imprensa e a publicidade devem ter direitos de liberdades, eles têm de respeitar o ser humano e o seu direito de privacidade. Vemos histórias de calúnias, difamação de imagens, desrespeitos. Por chegar a essas extremidades? Vale a pena?
O profissional de comunicação há muito busca o seu espaço diante da sociedade, mas não pode abusar do que têm. Liberdade de expressão tem limite e é necessário lutarmos por ela, mas respeitando os seres humanos.
Oi, Maíra. Bacana o seu blog e as entrevistas. Faltou apenas a com um publicitário, certo?
ResponderExcluirGrande abraço e parabéns.
Luiz Oliveira.